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Comemorações do centenário do nascimento de José Saramago (1922-2022)

Uma função fundamental que a Biblioteca Pública deve cumprir passa por preservar e proporcionar o acesso livre à cultura, à memória e ao património bibliográfico e documental. Por tal facto, e porque comemorar o centenário do nascimento de José Saramago se faz em todas as frentes, a Biblioteca Pública Municipal de Lamego disponibiliza aos seus leitores grande parte da obra saramaguiana, promovendo o encontro de todos os lamecenses com o pensamento e a genialidade de "um contemporâneo que faz parte da nossa memória" (Pilar Del RIo).

Obras disponíveis para consulta e empréstimo domiciliário.

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Lamego enriquece o seu património documental

Os três livros agora publicados oferecem um contributo decisivo para a interpretação dos processos históricos, acontecimentos e factos que marcaram e moldaram a matriz cultural lamecense. O livro A História de Lamego em documentos faz jus aos "grandes pergaminhos históricos" da nobre cidade afonsina; em jeito de homenagem e testemunho para o futuro, a reedição póstuma da obra do poeta lamecense Fausto Guedes Teixeira, O Meu Livro, garante a perenidade e a divulgação de uma obra poética inapagável do panorama literário português; a disputa pelo poder ou a construção de novas formas de governança, entre monárquicos e republicanos, também se fez sentir na antiga cidade de Lamego, é de tal facto testemunha o recente livro Do Complot à Traulitânia: (Lamego 1911-1919).

Disponíveis para consulta e empréstimo domiciliário na Biblioteca Pública Municipal de Lamego.

historia lamego     fgt     complot

A História de Lamego em documento é uma obra de inquestionável valor histórico e patrimonial, um contributo essencial para a história da cidade de Lamego, magistralmente escrita pela mão do ilustre historiador Joaquim Correia Duarte.

Edição: Município de Lamego, 2021.

   

Uma reedição dos dois volumes d'O meu Livro, do poeta lamecense Fausto Guedes Teixeira, que recupera e condensa grande parte da sua poesia de estilo inconfundível. 

A obra é completada por uma poética ilustrada dedicada a Fausto Guedes Teixeira, de ilustres artistas portugueses, como Francisco Laranjo, Joana Rêgo, entre outros.

   

Do Complot à Traulitânia (Lamego 1911-1919).é o novo livro do historiador lamecense Armando Rica, que tem como tema central a reação monárquica à implantação da República por terras de Lamego.

Além do Complot de Lamego de março de 1911, o livro aborda factos marcantes da história da cidade de Lamego. A não perder!

 

Aberto período de entrega de trabalhos para Prémio "Fausto Guedes Teixeira"

Até 31 de dezembro, está a decorrer o período de entrega de trabalhos candidatos à primeira edição do Prémio Literário "Fausto Guedes Teixeira", instituído pelo Município de Lamego. Este galardão visa homenagear o poeta Fausto Guedes Teixeira, salientando a importância e a elevação da sua obra, e incentivar a criação literária e o gosto pela escrita, contribuindo para o enriquecimento da Língua Portuguesa.

O Prémio Literário "Fausto Guedes Teixeira" galardoará, de dois em dois anos e de forma alternada, as obras inéditas vencedoras nas modalidades de Poesia e Prosa Ficção. O valor pecuniário a atribuir aos trabalhos vencedores é de 3 mil euros. O júri do prémio é constituído por representantes da Câmara Municipal de Lamego, da Rede de Bibliotecas de Lamego e da Associação Portuguesa de Escritores.

Os interessados devem submeter os seus trabalhos a concurso através do email Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. 

Natural de Lamego, Fausto Guedes Teixeira (1871-1940) é considerado o poeta maior do concelho e uma personalidade incontornável do património humano e cultural lamecense, cuja obra literária, de genuína inspiração pessoal e de tradicional lirismo da antiga escola romântica, importa divulgar e valorizar. Este ano comemora-se o 150º aniversário do nascimento.

O Regulamento do Prémio Literário "Fausto Guedes Teixeira" pode ser consultado AQUI.

História da Biblioteca Pública Municipal de Lamego

Apontamentos para a História da Biblioteca de Lamego

A história das Bibliotecas cruza-se com o caminho da própria Humanidade. Embora a sua génese remonte às Antigas Civilizações (Babilónia, Grécia e Roma Antiga, Pérgamo ou Alexandria), caminhando de braço dado com a descoberta da escrita, será com o advento da Idade Média que se desenvolve o culto dos livros, em conventos e mosteiros, vindo a originar as primeiras grandes bibliotecas do nosso percurso histórico-cultural. Entre nós, será no século XVIII que as Bibliotecas Públicas começam a dar os primeiros passos, sob a égide dos ideais iluministas e liberais[1], então alimentadas com a extinção das ordens religiosas, acentuando-se, na segunda metade do século XIX, a sua criação e expansão, sendo legalmente instituídas em 1852, por iniciativa das câmaras municipais[2]. Com postura humanista e filantrópica, típica de uma burguesia liberal, as bibliotecas passam, assim, a ser vistas como a possibilidade das classes populares se afirmarem e acederem à cultura das classes privilegiadas, acedendo a um direito que, até à época, lhes era vedado, porque pertença de uma elite dominante[3].

E se a primeira metade do século XX confere às Bibliotecas Populares uma função essencial de “leitura pública e cultura geral popular”, durante a segunda metade, são as bibliotecas itinerantes e fixas da Fundação Calouste Gulbenkian que asseguram o serviço de leitura pública em Portugal, contra o silêncio do Estado Novo, tendo na década de 80 arrancado a rede de Bibliotecas Públicas com a construção de novas bibliotecas em praticamente todos os municípios deste país, prometendo um novo paradigma no acesso ao Conhecimento, à Informação, ao Lazer e à Cultura[4].

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[1] Cf. Alvará Régio de 29 de fevereiro de 1796. Este alvará ficará ligado ao desenvolvimento do conceito de Biblioteca Pública em Portugal, na medida em que abriu caminho à criação da Real Biblioteca Pública da Corte, que mais tarde viria a dar origem à atual Biblioteca Nacional.

[2] Ernesto Palma, A orientação da leitura. Lisboa: Sociedade de Expansão Cultural, 1966, p.79.

[3] Veja-se Maria Beatriz Marques, A satisfação do cliente de Serviços de Informação, 2012, p. 66.

[4] Zélia Parreira, O lugar das bibliotecas. Comunicação apresentada no Colóquio Internacional: O lugar da Cultura. Lisboa, Centro Cultural de Belém, 17 de abril de 2015.

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Contactos e Horário

Biblioteca Pública Municipal de Lamego

Rua de Almacave nº 9, 5100-108 Lamego

Horário: 09h00 - 12h30 e 14h00 - 17h30

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Telef.: 254 614 013

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